terça-feira, 4 de maio de 2010

FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS MODERNAS

Aqui estão com pequenas alterações os apontamentos dados em sala de aula, caso por algum motivo os alunos faltem alguma aula, poderão completar seus apontamentos . Sem esquecer de buscar os exercícios dados em sala e das palavras grifadas para o glossário.



FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS MODERNAS: CAUSAS

Na Idade Média o Rei tinha suas funções limitadas devido à presença da nobreza feudal,que, por também serem senhores de terra controlava de fato o poder. Essa organização de poder era chamado de monarquia feudal e sua principal característica era a fragmentação do poder.

Com o tempo os reis começaram então a concentrar grandes poderes, em parte por causa do apoio financeiro recebido da nova classe social que emergia a burguesia. Ao longo desse processo de centralização do poder, a aproximação entre o rei e a burguesia poria fim a fragmentação política. Entretanto, isso não significou a exclusão da nobreza feudal. Ela se manteve ligada ao rei usufruindo de sua política e de privilégios.

Isto acabou aproximando burgueses e o rei de um lado: A burguesia buscava favores administrativos que facilitassem o desenvolvimento do comercio prejudicada com o feudalismo devido ao excesso de impostos e taxas, e de outro, o rei necessitava do dinheiro da burguesia para levantar exércitos e aumentar o seu campo de influência política.

A Nobreza Feudal, por sua vez, encontrava-se enfraquecida com os gastos com as cruzadas e tinha necessidade de um apoio forte e buscou apesar de enfraquecida apoio na figura do Rei, para conter as revoltas de camponeses que se intensificava nesse período.

Ao final de um longo tempo, esse processo acabou de facilitar a formação de um poder centralizado e a consolidação de uma unidade territorial. Com isso, formaram-se em diversas regiões da Europa monarquias com poder centralizado, (Espanha, Portugal,Inglaterra ...),onde o rei detinha grande poder.

Assim , a monarquia centralizada foi a forma de governo sob a qual se organizou a Europa entre o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna.

INDEPENDENCIA EUA

Aqui estão com pequenas alterações os apontamentos dados em sala de aula, caso por algum motivo os alunos faltem alguma aula, poderão completar seus apontamentos .

A Independência dos EUA


Influenciada pelas idéias iluministas, a primeira colônia americana declarava sua independência. Formavam-se, assim, os Estados Unidos Da America. A partir de então, o mundo colonial europeu construído no novo mundo iria se romper. Não apenas ele, mas também o absolutismo e as praticas mercantilistas na Europa.


Para se entender a vida dos colonos é importante saber que a colônia americana não era como a dos países de língua espanhola e como a do nosso Brasil. Os ingleses que foram morar na America , os colonos, buscavam construir uma nova nação. Muitos deles fugiam da justiça e dos conflitos religiosos da velha Inglaterra. Então o tipo de colonização existente foi chamado de povoamento, enquanto, nas colônias portuguesas e espanholas foi chamada de exploração, pois visava apenas extrair recursos naturais destes países como madeira, ouro entre outros.


Desde inicio do século XVIII, o descontentamento vinha crescendo nas colônias da America do Norte, motivado principalmente por questões econômicas. Os ingleses mantinham o monopólio do comercio de produtos colônias: Somente os ingleses poderiam fornecer mercadorias aos colonos. Juntamente com isto se criou uma série de medidas restritivas ao livre comércio dos colonos e mais impostos.


O inicio das revoltas se deu com a famosa lei do chá com elas os ingleses obrigavam os colonos a comprarem o chá somente dos ingleses. Como resposta um grupo de colonos vestidos de índios lançou ao mar o carregamento de chá inglês.


Como resposta os ingleses obrigaram os colonos a entregarem todas as suas armas. Para os colonos americanos a arma era uma realidade do dia a dia e um símbolo de liberdade. Através dela se garantiria a liberdade e a justiça. Os conflitos se agravaram e começaram então as lutas pela independência.


É importante se destacar a influencia do pensamento iluminista na ação dos colonos. Embalados pelos ideais de liberdade e de livre comercio, os colonos consolidaram seu movimento revolucionário.


Em 1776, reunidos em um congresso na Filadélfia , os representantes das treze colônias promulgaram a Declaração de Independência. Redigida por Thomas Jefferson, era inspirada nos ideais iluministas de liberdade individual, política e de comércio.


As forças dos colonos comandadas por George Washington tiveram no inicio algumas derrotas, pois os colonos não eram militares profissionais e sim gente recrutada entre camponeses e artesãos, mas , a vitória da batalha de Saratoga em 1777 alterou o curso da guerra a favor dos colonos. Pesou também para a vitória dos colonos o apoio dado pela França e Espanha aos colonos interessados em reduzir o poderio do seu rival Inglês.


Em 1781, os ingleses se renderam e a guerra chegou ao fim, Restando aos colonos organizarem um novo governo. Este foi instituído por uma república, uma constituição que dividia os poderes em legislativo, judiciário,executivo e pela autonomia dos estados desde que não confrontasse com a soberania nacional e a constituição.


A independência dos Estados Unidos influenciou mas tarde a revolução Francesa, o movimento de independência nas colônias espanholas e no Brasil: A Conjuração Mineira e Bahiana.

RENASCIMENTO

Aqui estão com pequenas alterações os apontamentos dados em sala de aula, caso por algum motivo os alunos faltem alguma aula, poderão completar seus apontamentos .

Renascimento

As mudanças ocorridas na Europa a partir do século XI, com o desenvolvimento do comercio , das cidades e a expansão marítima, foram acompanhadas por um intenso movimento cultural.

Essas transformações faziam os europeus acreditarem em um novo tempo, muito diferente daquele que imperou durante toda a idade média. Por isso, os europeus dos séculos XIV ao XVI acreditavam estar presenciando um verdadeiro Renascimento.

Burgueses enriquecidos , papas e governantes para reafirmar sua autoridade e prestigio financiava as atividades artísticas e culturais. Essa pratica ficou conhecido como Mecenato.

Essa produção foi tão intensa que esse período recebeu a denominação de Renascimento ou Renascença. O movimento teve inicio na península itálica, onde se localizava cidades com intensas atividades culturais, como Florença e Veneza.

As obras Renascentistas possuíam os seguintes elementos comuns:

1 – Retomada da cultura Greco – Romana da Antiguidade. Segundo os renascentistas, os gregos e os romanos tinham um conhecimento mais amplo da vida e de suas possibilidades do que se tinha na Idade Media. A arte de gregos e romanos influenciaram profundamente a atividade artística e cultural dos renascentistas.

2 – Valorização do ser humano – os renascentistas tinham uma visão antropocêntrica ou seja colocava o ser humano como centro de suas preocupações diferentemente da visão medieval que era teocêntrica e tinha a religião como centro e forma de regular a vida individual . Isto gerou grandes mudanças de valores em relação à vida.

O Renascimento teve inicio nas cidades da península itálica , que acumulavam grandes riquezas graças ao comercio. Com o tempo, esse movimento difundiu-se por grande parte da Europa. Na Península Itálica destacaram-se os seguintes nomes:

(a) – Leonardo Da Vinci – Pintor , Arquiteto, escultor, físico, engenheiro, escritor e musico, destacou-se em todos os ramos da arte e da ciência é considerado um dos maiores gênios da humanidade. É autor de diversas obras de arte entre elas A Mona Lisa e Gioconda.

(b) Michelangelo Buonarroti – Arquiteto, escultor e pintor ajudou a projetar a grandiosa cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma.


(c) Rafael Sanzio – Autor de varias madonas e de retratos de papas e reis.

(d) Galileu Galilei – Matemático, físico e astrônomo – Confirmou a teoria heliocêntrica de Copérnico que afirmava ser o sol o centro do universo foi perseguido pela igreja devido a isto foi obrigado a negar a mesma teoria perante a inquisição.


(e) Nicolau Maquiavel – Filosofo , político e historiador, escreveu O príncipe, um tratado sobre política e governo. Nesta obra defendia os príncipes e que estes deveriam ser temidos e onde os fins justificam os meios.

Após o surgimento na península itálica o movimento se espalhou pelo resto da Europa. Mantendo sua crítica a visão religiosa em livros como o de Erasmo de Roterdã: “Elogio da Loucura”. E também a visão teocêntrica do mundo como na obra de Willian Shakespeare em Otelo e Hamlet.

AS GRANDES NAVEGAÇÕES

As Grandes Navegações

As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então. Mares nunca antes navegados, terras, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. E muitas crenças supersticiosas passadas de geração a geração, foram conferidas e desmentidas. Eram crenças de que os oceanos eram povoados por animais gigantescos ou que em outros lugares habitavam seres estranhos e perigosos. Ou que a terra poderia acabar a qualquer momento no meio do oceano, o que faria os navios caírem no nada.

Os motivos

O motivo poderoso que fez alguns europeus desafiar o desconhecido, enfrentando medo, foi a necessidade de encontrar um novo caminho para se chegar às regiões produtoras de especiarias, de sedas, de porcelana, de ouro, enfim, da riqueza. E o mercantilismo que forçava os reinos na busca incessante na acumulação de metais.

Outros fatores favoreceram a concretização desse objetivo:

• Comerciantes e reis aliados já estavam se organizando para isso com capitais e estruturando o comércio internacional;

• A tecnologia necessária foi obtida com a divulgação de invenções chinesas, como a pólvora (que dava mais segurança para enfrentar o mundo desconhecido), a bússola, e o papel. A invenção da imprensa por Gutenberg popularizou os conhecimentos antes restritos aos conventos. E, finalmente, a construção de caravelas, que impulsionadas pelo vento dispensavam uma quantidade enorme de mão-de-obra para remar o barco como se fazia nas galeras nos mares da antiguidade, e era mais própria para enfrentar as imensas distâncias nos oceanos.

Até a Igreja Católica envolveu-se nessas viagens, interessada em garantir a catequese dos infiéis e pagãos, que substituiriam os fiéis perdidos para as Igrejas Protestantes.

Os únicos países no momento que possuíam condições favoráveis para isto no momento eram Portugal e Espanha.

Partindo de Lisboa, após a benção do sacerdote e da despedida do povo, caravela após caravela deixava Portugal, voltando com notícias e lucros sempre crescentes. Inicialmente contornando a África em:

• 1415 conquistaram Ceuta;

• durante o século XV o litoral da África e Ilha da Madeira, Açores, Cabo Verde e Cabo Bojador;

• 1488 chegaram ao Sul da África, contornando o Cabo da Boa Esperança;

• 1498 atingiram a Índia com Vasco da Gama. O objetivo fora atingido.

Conquistas espanholas


No meio tempo em que Portugal despontou em sua expansão marítima, a Espanha se envolveu no processo de expulsão dos mouros da Península Ibérica. O fim da chamada Guerra de Reconquista possibilitou a inserção dos espanhóis na corrida de expansão marítima. Atraídos pelo projeto do navegador genovês Cristóvão Colombo, a Espanha decidiu financiar a expedição do explorador italiano, em 1492. De acordo com o plano de Colombo, seria possível alcançar-se o Oriente navegando-se pelo Ocidente. Dessa aventura marítima, a Coroa Espanhola descobre o continente americano. A partir de então, a Espanha inaugurou uma nova área de exploração econômica.

Mas em 1492, Cristóvão Colombo obteve do rei espanhol as três caravelas, Santa Maria, Pinta e Nina, com as quais deveria dar a volta ao mundo e chegar às Índias. Após um mês de angústias e apreensões chegou a terra firme, pensando ter atingido seu destino. Retorna à Espanha recebendo todas as glórias pelo seu feito.

Portugal apressou-se a garantir também para si as vantagens dessa descoberta e, em 1494, assinou com a Espanha o famoso Tratado das Tordesilhas, que simplesmente dividia o mundo entre os dois pioneiros das grandes navegações. Foi traçada uma linha imaginária que passava a 370 léguas de Cabo Verde. As terras a Leste desta linha seriam portuguesas e as que ficavam a Oeste seriam espanholas. Foi assim que parte do Brasil ficou pertencendo a Portugal seis anos antes de Portugal aqui chegar.

Infelizmente para Colombo, descobriu-se pouco depois que ele não havia chegado às Índias, e "apenas" tinha descoberto um novo continente, que recebeu o nome de América, em homenagem a Américo Vespúcio que foi o navegador que constatou isso.

No ano de 1500, o navegante português Pedro Álvares Cabral anunciou a descoberta do Brasil. Com isso, os processos de exploração da América e a transferência do eixo econômico mundial iniciaram um novo período na economia mercantil européia. Ao longo do século XVI, outras nações, como Holanda, França e Inglaterra questionaram o monopólio ibérico realizando invasões ao continente americano e praticando a pirataria.

ROMA

Aqui estão com pequenas alterações os apontamentos dados em sala de aula, caso por algum motivo os alunos faltem alguma aula, poderão completar seus apontamentos .

ROMA

Roma foi o ultimo grande império da antiguidade, com exércitos poderosos, dominou terras que antes pertenciam a gregos, persas egípcios e muitos outros povos. Os antepassados dos romanos eram povos agrícolas que habitavam a península itálica, eram conhecidos como italiotas.


Existem duas versões que explicam a fundação de Roma uma de origem mitológica e outra contada por historiadores: A lendária conta a historia de Romulo e Remulo que foram criadas e amamentadas por uma loba de nome capitolina que lhes deu a energia necessária para fundarem Roma. Outra a contada pelos historiadores é de que a cidade fundou-se a partir de uma fortaleza dos latinos para se defenderem de outro povo os etruscos.


De uma pequena fortaleza, Roma acabou se transformando no centro de um vasto império. Então a história de Roma foi dividida em três períodos:


1 – Monárquico, 2 – Republicano, 3 – Imperial.


PERIODO MONARQUICO


Neste período Roma ganhou o aspecto de cidade e seus últimos reis eram de origem etrusca. A sociedade romana era dividida em: Patrícios – Nobres, grandes proprietários de terras, Plebeus – pequenos agricultores, artesãos, gente do povo e Escravos – Plebeus endividados e prisioneiros de guerra.


O ultimo Rei foi Etrusco e ele foi deposto provavelmente por ter descontentado os patrícios com medidas a favor de plebeus.


PERIODO REPUBLICANO


O poder antes exercido pelo rei passou a ser partilhado por dois cônsules (membros do senado que era a assembléia poderosa formada por patrícios). Ao senado cabia promulgar as leis e teve influencia de poder durante toda a vida de Roma.


Durante muito tempo e muitas lutas os plebeus conquistaram direitos; entre eles de acabar com a escravidão por dividas e constituir seu próprio conselho o tribuno da plebe. Mais tarde os plebeus conseguiram ainda o direito de se casar com patrícios e de anular medidas que contrariassem seus interesses.


Apesar das lutas entre patrícios e plebeus os romanos conseguiram conquistar toda a península itálica. Após vencer a poderosa cidade de Catargo com seus exércitos de elefantes as lutas contra Catargo ficaram conhecidas como guerras púnicas.


Depois o exercito romano investiu contra a Macedônia, Síria e Ásia submetendo todas estas regiões. Em 59 AC, Roma conquistou com as tropas de Julio Cesar à Gália (Atual França), contadas nos desenhos de Asterix o Gaulês.


As conquistas romanas desencadearam uma serie de transformações como o aumento do trabalho escravo devido à presença de latifúndios e os conflitos entre plebeus e patrícios por mais direitos políticos e sociais.

GUERRA PÚNICAS

O expansionismo romano se esbarrou com Catargo, cidade fundada pelos fenícios ao norte da África. Era um potencia marítima, comercial e militar com varias colônias que dominavam todo o mediterrâneo ocidental. Os conflitos com Catargo ficaram conhecidas como guerras púnicas e com a vitoria de Roma sobre Catargo . Roma impôs sua supremacia a todo Mediterrâneo.

Com as sucessivas vitorias militares ganharam destaque diversos lideres militares que sucederam-se no poder até a implementação definitiva do império.

Em 107 AC, Mario, general de grande prestigio, foi eleito cônsul e implantou reformas no exercito como pagamento de salários, restringiu privilégios de patrícios e reduziu a autoridade do senado, realizando reformas de caráter popular. Com a morte de Mario Sila assumiu o poder apoiado pelos patrícios e pelo senado, que lhe conferiu o titulo de ditador. Sila reprimiu violentamente revoltas, restabeleceu os privilégios dos patrícios e o poder do senado.

Após a morte de Sila, destacaram-se as pessoas : De Crasso que conseguira por fim a revolta de escravos liderados por Espartáco. E a pessoa de Pompeu que conquistara importantes vitorias na Espanha e eliminara últimos escravos revoltosos.

Nesse período outro oficial começara a se destacar no cenário político, tornando-se também cônsul Julio Cesar.

OS TRIUNVIRATOS

Em 60 ac., Pompeu, Crasso e Julio Cesar estabeleceram uma aliança apoiada pelo exercito, reduziram o poder do senado e assumiram o governo tinha inicio o primeiro triunvirato.

Em 53 AC ., Crasso morreu em uma campanha militar. Pompeu e Julio Cesar então passaram a disputar o poder. Ao final Julio Cesar derrotou Pompeu.

Julio Cesar se tornou ditador supremo do mundo romano e implantou uma serie de reformas. Ampliou seu apoio popular mas desagradou a elite patrícia que prejudicada começou a conspirar contra sua vida.

Em 44 AC., quando entrava no Senado Julio Cesar foi cercado e morto por senadores a punhaladas.

O assassinato de Julio Cesar provocou varias revoltas populares e os conspiradores foram derrotados. Formou-se então o segundo triunvirato, composto de Marco Antonio, Otávio e Lépido e formou-se a disputa entre eles. Lépido se afastou e Otavio venceu Marco Antonio.,concentrando todo o poder em suas mãos.

Após vencer o segundo triunvirato Otavio recebeu diversos títulos que lhe conferiram grandes poderes. Por fim o senado atribuiu-lhe o titulo de Augusto,que significava divino , majestoso. Terminava assim a republica e começava o período imperial.

REGRAS PARA DEBATE PRESSÃO

REGRAS PARA DEBATE PRESSÃO


O conteúdo do debate PRESSÃO irá versar sobre todo o assunto visto na matéria. O debate irá ser realizado em momento único com toda a turma que será dividida em duas turmas.

O debate necessita de regras claras para que se qualifique a atenção e o controle emocional de todos os alunos. O grupo poderá ganhar o debate pelo simples respeito às regras do debate.


1 – Cada lado terá um líder

2 – Cada grupo deverá elaborar 15 perguntas com respostas

3 – O líder deverá em posição de pé indicar quem do grupo irá fazer a pergunta

4 – A pessoa que pergunta deverá indicar quem responde antes de fazer a pergunta, caso conclua a pergunta sem indicar quem responde, ponto para o lado oposto.

5 – Se a pessoa que pergunta, ao terminar de elaborar a pergunta, não indicar quem responde ponto para o lado oposto

6 – Não são permitidas duas pessoas em pé nem sentadas ao inicio e durante o debate.

7 – As pessoas que pergunta e quem responde só deveram sentar ao termino da resposta de quem pergunta

8 – Pontuam quem responde correto ou quem pergunta com a devida resposta errada neste caso dando o ponto ao lado oposto

9 – Não é permitida pergunta especificas sobre nomes, datas e quantidades

10 – Pergunta mal formulada ponto para o lado oposto

11 – Qualquer duvida no procedimento será sanada pela figura do tutor que assume a figura de juiz.

12 – Qualquer quebra de regra no procedimento do debate da direito a quem pergunta a refazer desde que o outro lado já tenha pontuado

13 – É permitida a consulta!

14 – 1 minuto para elaboração da resposta

15 – 30 s para elaboração da pergunta

16 - A pergunta é valida quando for audível ao juiz

17 - A equipe que pergunta deverá elaborar a pergunta de forma clara e repetir apenas duas vezes

18 – Qualquer quebra de regra ponto para o lado oposto

19 – Se a pessoa apontada para a resposta não souber responder deverá se manter em pé e se alguém da sua equipe souber responder deverá levantar-se. A pessoa perguntada deverá sentar imediatamente ao levantar de algum membro da equipe perguntada.

20 – Ambos só poderão sentar-se ao confirmar que sua resposta está correta ou ouvir a resposta da equipe que pergunta.

21 – Se alguém quiser levantar-se por motivo particular deverá levantar o braço e indicar ao tutor.

22 – O líder só poderá efetuar até duas perguntas

23 - Se apontado quem deve responder - elaborada a pergunta - quem for apontado não se levantar ponto para o lado oposto.

24 - É permitido a pressão psicológica desde que a pergunta e a resposta seja audiveis !

25 - Se por qualquer motivo, incluindo desestabilização emocional do grupo. O mesmo se recusar a continuar o debate irá perder por W.O

26 - Caso um dos lado se mostre com o banco de questões e preparado e o outro nada trouxer independente do motivo vitória para quem trouxer por WO

27 - Possíveis dúvidas seja de que tipo for  são resolvidas pelo tutor

28 - É permitida comemoração durante e após o debate, respeitada todas as regras anteriores